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 Campanha antitattoo no Brasil

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MensagemAssunto: Campanha antitattoo no Brasil   Qui Abr 19, 2012 10:09 am

Saudações!

Está ocorrendo em nosso país uma verdadeira campanha contra as tatuagens artisticas. Os inimigos da tattoo estão agora utilizando de falsas pesquisas para acusar a nossa arte de fonte de contaminação por hepatites, sem nos deixar o direito democrático de defesa.
Estranhamente os mais conceituados infectologistas do Brasil tem outra opinião, colocando as transfusões e relações sexuais como as principais causas de contaminação, deixando a tattoo, acupuntura e manicures bem longe das estastisticas.
Uma prova disso é uma seríssima pesquisa realizada pelo hospital Emilio Ribas de São Paulo (referencia em infectologia) onde demonstra a má intenção dos nossos acusadores (talvez o termo mais apropriado fosse "inquisitores").
Segue trecho dessa pesquisa:

Outro dado interessante é que do
total de 52.493 casos de hepatites
crônicas notificados ao Centro de
Vigilância Epidemiológica de São
Paulo (CVE-SP) de 1998 a 2006, somente
17.204 (33%) foram confirmados
como hepatite C. Outros 10.690
(20%) casos são classificados como
inconclusivos para hepatite C, 2.099
(4%) foram descartados, e 416
(0,79%) são de co-infecção B e C.
O restante são casos de hepatite
B, co-infecção B e D e casos em
investigação.
Dos 17.204 casos confirmados,
a principal via de contaminação foi a
parenteral (uso de drogas ilícitas por
via venosa e transfusões de sangue
e hemoderivados), seguidas da
transmissão sexual. Os acidentes de
trabalho contribuíram com poucos
casos (gráfico 3).
Fica evidente no gráfico 3 que
40% dos casos notificados e confirmados
têm via de transmissão desconhecida.
Esse dado sugere que a investigação da via de transmissão
deve ser aperfeiçoada e devem ser
incluídos na investigação epidemiológica
itens como administração de
medicação por seringas não descartáveis,
acupuntura, tatuagens e
“piercings”. Outro dado que difere
do habitual é a transmissão sexual
em 10%, bem acima do esperado,
que seria menos de 1%.
Outro aspecto a ser considerado
é a ocorrência de hepatite C em
grupos de risco diferenciado, ou
seja, aqueles não habituais, como
os descritos no gráfico 3. O primeiro
grupo seria das manicures, pois
supõe-se que o uso de instrumental
comunitário por essas profissionais
as tornaria mais expostas ao risco
de contaminação. Não há evidência
de que isso possa ocorrer e recente
inquérito sorológico conduzido na
cidade de São Paulo em salões de
beleza localizados em shopping
centers e em bairros diversos não
demonstrou taxas de prevalência diferentes
da população geral (Oliveira,
ACDS - comunicação pessoal).
Outro grupo são os dentistas.
No Brasil, inquéritos sorológicos localizados
e com casuística pequena mostraram que a prevalência é baixa,
variando de 0,4 a 0,7%. Entretanto,
um estudo que apurou o grau de
conhecimento desses profissionais
acerca da doença mostrou que
este é muito baixo, evidenciando a
necessidade de maior ênfase no treinamento
e na educação continuada,
visando torná-los capazes de,
além de proteger adequadamente,
também prevenir a transmissão aos
pacientes e quiçá ajudarem no diagnóstico,
uma vez que diversas manifestações
extra-hepáticas aparecem
na cavidade bucal, como líquen
plano oral, eritema nodoso, etc.

É perceptível o preconceito destinado aos profissionais de acupuntura, manicure e tatuagem pelos meios de comunicação, mas em pesquisas verdadeiramente sérias como do Emilio Ribas os renomados infectologistas demonstram uma real preocupação com a saúde pública, deixando de lado suas opiniões pessoais.
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http://www.tatuador.comunidades.net
vanbailarina
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MensagemAssunto: Re: Campanha antitattoo no Brasil   Sex Abr 20, 2012 11:38 am

Um absurdo, por isso q o Brasil não cresce, ficam perdendo tempo com preconceitos infantis. Tatuagem é arte.
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http://vanessadestro.wordpress.com/
 
Campanha antitattoo no Brasil
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